domingo

Eu quero é que pensem!

Escolha: aquela palavra simples, mas que determinará sua comida, roupa e até uma vida. Para alguns é simples e para outros complexidade.
É uma questão de estado de espírito, de astrologia, de paixão, de tudo. Determinada pelos fatores que regem a sociedade e te influenciam.
Difícil né?

Época de festa, samba no pé, uma caipirinha aqui e ali e somos nós brasileiros... Fazendo festa para tudo que é tipo de gente, costume etc.

Difícil falar por outras pessoas, falo por mim. Todo mundo têm pontos de vista diferentes. Alguns julgam/se calam. É lá no interior que fazemos as opiniões se tornarem embasamento para a atitude.

Ultimamente uso o bom e velho clichê :"cagand* e andando", porque a opinião de ninguém vem pagar minhas contas. Minha faculdade. Um antidepressivo.
Vão falar que você usa roupas curtas, que não se maquiou direito, que fala caipira, que isso, aquilo... Infinitas possibilidades.

Queria que existisse um santo e bom remédio que te ensinasse a ser pronto. Ter pensamentos prontos e ações. Seria mais fácil e poderia o governo (sugestão) patentear e fornecer à população em grande escala. Todos seriam harmonia. Tudo seria lindo.

Paz.

Penso "bola para frente que já passei por pior". E é aí que vejo que o máximo que seremos na vida é mortos. Essa é a tal realidade. Morreremos. No final da nossa história não tem beijo, música romântica. É a morte.
E aquilo que você fez e aproveitou da sua vida.

quarta-feira

Falta

Falta fala, fé e feitiços.
Duas vezes a falta de fé.
Que a sociedade se revolucinou é fato (agora faça-me o favor...)

Estamos aqui, ali, nos cantos e no vento. Somos a nação que se revolta, que briga, discute e chora.

Mas lá no virtual.

Somos sangue - um mutante que se transforma em anticorpos defensivos.

O fato é que somos únicos: tomados por razões, opiniões, idealismos etc. A cultura paralisa os recém chegados. Abastada. Cega. Não sabemos o que não é dado...

Algumas poucas ideias são debatidas em quartos empoeirados, cheirando a mofo e a bebida.
- Veja, alguém trouxe um cigarro também.

Não passa disso.
Onde tudo é nada, somos: alienados!

sábado

Coisas particulares que todos querem saber

Oi. Meu nome é Marcela Cortez de Souza. Tenho 20 anos e logo serei jornalista. Curiosa. Opinativa. Tentando fugir das regras e palavras óbvias.

Curiosa.
Curiosa.
Chata.

Quase que em medida rotineira, acabo por acostumar a interpretar fofocas. As boas, as más... As incoerentes e as com um pré-fundo de verdade. Que seja.
No início, fofoca não é um fato. É um fato distorcido pela visão de uma terceira pessoa que julga a situação: eu+situação= terceira versão da história contada por você. É, você mesmo!
Vai falar que nunca aumentou aquilo que viu/leu/soube/informou-se (qualquer meio para dizer que é mais um a saber...) de uma formazinha a deixar mais interessante? Confessa que já! Somos assim.

Tento não depender de fofocas para focar meu trabalho e contanto, morar em cidade de interior foge a regra. Você é fiscalizado 24h por dia sobre o que faz e pensa. Vivem dando pitacos para te ajudar, quando só te fod*m! Caiu no buraco? huuuu. "Caiu no buraco e quebrou a perna."

Pronto, fizemos a confusão.

O que acontece é que estamos dispostos a saber o que acontece na vida do outro, como se fosse a única forma de mostrar que estamos vivos e em sociedade e nos reconhecemos como importante para outra pessoa, pois ela não é capaz de decidir suas próprias atitudes e lá vamos: nos envolvemos e pronto! Circo montado, começe a apresentação!!!

Uma hora, cansamos de ser a apresentação principal e damos espaço para os mais novos. Sim, fiquem a vontade: o espetáculo não para! Seja você também um palhaço da vez!
E certifique-se, sempre.

=)

terça-feira

Descrevo que...

Eram olhos doces, claros, amendoados e da cor que é a mais bonita.
Faziam a composição dos traços e combinavam sinuosamente com o seu sorriso escancarado e tímido. Sorriso de alegria...
Ambos comunicavam-se com a pureza.

O mundo para. Eu paro.
Estou te guardando menino, aqui nos pensamentos bons.

Pausa.
(Quero te ver...)


As mãos: são aquelas a me inspirar segurança.
Vou querer que me segure onde os pés têm medo de pisar.

Vejo-te partir e me seguro para pedir que fique. Fique.
Quero-te aqui, no cantinho onde a paz me deixa ser feliz!

segunda-feira

Revolucionários: estão no Facebook!

Comum é eu me pegar pensando em explicações para a vida. Sobre o que somos, seremos ou julgamos ser.

Você é assim?


Uma parte do que publicam na internet é papinho manjado sobre espiritualidade. Falam de Deus como se ele também possuisse um perfil no Facebook. Criticam a fama do Michel Teló como se ele ficasse mais pobre com isso. Exibem citações importantes de Caio Abreu. São militantes. E claro, defensores do mundo animal. Assusta tanta informação assim. Preciso perguntar a algum sociólogo como andam as coisas. Se sempre foi assim ou é moda ser!

A toa ou não, caio justamente na teia de outro blogueiro, que debate sobre a cultura de massa nas mídias sociais, Altamiro Borges - jornalista e colunista. "Parafraseando Marx: "a internet tornou-se o ópio do povo". Novos e velhos, empregados e desempregados, todos eles passam horas passivamente contemplando espectáculos, pornografia, video-jogos, consumindo online e até acedendo a "notícias", isolados dos restantes cidadãos e trabalhadores. Em muitas ocasiões, a superabundância de "notícias" na internet, absorve tempo e energia, desviando os "observadores" da reflexão e da acção propriamente dita. Assim como a escassa e tendenciosa informação dos meios de comunicação de massas distorce a consciência popular, o excesso de mensagens na internet pode imobilizar a acção dos cidadãos."

É, talvez seja metade de uma explicação para algumas das dúvidas, já que existem tantos revolucionários no Facebook...

sábado

Saí dos sapatos...

Para formar minhas próprias opiniões.

É assim: você está dentro de uma caixa.Para atravessá-la, é preciso ouvir histórias. É preciso prestar atenção. Precisa decidir de qual lado do jogo estará. Duas moedas, opções...

Você encontrará pessoas que trocam sorrisos por satisfações próprias. Trocam amizade por boatos e fazem dos boatos as verdades. Difícil é.

Observa os olhares.

Numa certa altura, encontrará pessoas que dirão o que é preciso fazer para sair dali. Falarão que você não é capaz. Julgarão sua personalidade só porque você gosta de comprar sapatos. Declara-se inimigo. Começa.

Muitos passarão, olharão e nada te acrescentarão. Ainda é preciso estar atento!

No começo, pensará que há amigos. Fidelidade e acreditará neles.
Siga a intuição!
As pessoas já se mostram por atitudes.

Muitos tentarão, mas quando há personalidade o suficiente para decidir o melhor, ninguém será o bastante. E acordará tranquilo, sabendo que fez o correto. Viverá com a sensação de quem saiu do julgamento externo e que é uma pessoa de caráter. E fé!

quarta-feira

Ambíguo

Persegue-me a natureza de ser inconstante. De não conseguir retratar o que não cabe no peito. O que extravasa. Sensível é sentir tudo junto.

Quando as ideias decidem tocar o corpo, há um beijo doloroso entre mente e estômago.
Sim, eles só se entendem assim.


Viver esperando que um milagre aconteça, mas qual? Esperar o que de quem? Alguém aí tem respostas para as dúvidas?

E a sociedade, o que pensa sobre o amor?
Ah, me esqueci. Amor é aquele que o dinheiro compra. Quem liga?

Voltando ao assunto: ser volúvel.

Mudar de opinião. Gostar de admirar. Gostar do quê mesmo?
Já havia me esquecido.
Quando os medos chegam, abaixo-me devagarinho para tocar o chão com os dedos dos pés. É preciso saber que há algo que segura, mesmo que seja o chão.


Inveja mesmo só das pessoas que possuem certezas. Se vai chover, fazer sol, o que quer comer. O mundo te coloca num menu de escolhas e você é obrigado a saber de tudo. É obrigado a agir como todos. Pensar. Ahh... Tem que parecer bem, saúdavel. Trabalhar. Estudar. Estável. Admirado. Ter filhos. Casar. Possuir opinião. Valores. Moral. Escolher, escolher e escolher.
Deveríamos ter nascidos velhos e morrer novos. Porque viver, muitas vezes, é um saco!